A poucos metros de ativações onde crianças coreanas experimentam viver profissões variadas como um idol de k-pop, operador de escavadeira e caixa de supermercado, uma atração chama a atenção pela especificidade.
Nela, usando um headset de realidade virtual, visitantes são transportados para uma versão 3D de uma fábrica de semicondutores. A missão é aprender etapas básicas de um dos processos industriais mais importantes para a economia da Coreia do Sul.
A cena pode ser vista no Korea Job World, centro voltado à orientação profissional de jovens e estudantes, e ajuda a ilustrar a preocupação do país em preparar trabalhadores para uma economia cada vez mais influenciada por inteligência artificial e automação.
A preocupação não é gratuita. A Coreia do Sul ocupa posição estratégica em setores no centro da transformação tecnológica global, especialmente a indústria de chips.
Abrigar empresas como Samsung e SK Hynix, duas das protagonistas da atual corrida global por infraestrutura computacional, ajuda a deixar o país na crista da onda desse ciclo de investimentos, mas fatores como envelhecimento populacional, baixa taxa de fecundidade, escassez de mão de obra e crescente concorrência chinesa são desafios.












