Em uma das principais atrações de Seul, a N Seoul Tower, um totem oferece transformar retratos em caricaturas geradas por inteligência artificial. No aeroporto internacional de Incheon, assistentes virtuais ajudam os visitantes a encontrar portões e serviços. Referências à tecnologia ainda aparecem em supermercados e nas campanhas eleitorais.
A sensação para quem passa pela capital da Coreia do Sul é que a IA já faz parte do mundo além das telas. Mas a presença da tecnologia no dia a dia do país já vai um pouco além da mera curiosidade.
Em visitas a instituições públicas e privadas realizadas pela reportagem na última semana, foi possível observar um esforço coordenado para incorporar sistemas de IA a atividades cotidianas como diagnósticos médicos, gestão do trânsito e combate a incêndios.
A estratégia reflete uma visão defendida pelo governo sul-coreano de que os maiores impactos econômicos da IA não virão apenas da corrida em curso entre China e Estados Unidos pelos modelos mais avançados, mas da capacidade de integrar esses avanços a estruturas já existentes. Os resultados ainda são incertos.
Um dos exemplos mais concretos apareceu no SNUH (Seoul National University Hospital), um dos principais hospitais do país.
















