"É isso, mano, tá ligado?", disse Fernando Fiore, 34, que se empolgou em uma discussão sobre a seleção brasileira. Para o paulista de São Bernardo do Campo, que atua há dois anos como garçom em Nova York, o cliente tinha toda a razão ao apontar que o problema da atual equipe nacional é o salto alto dos jogadores.
Fiore trabalha na rua West 46, em um trecho específico chamado de Little Brazil, entre a Quinta avenida e a Sexta avenida. Esse pedacinho da Big Apple, como é conhecida a cosmopolita cidade americana, já foi dominado por estabelecimentos comerciais brasileiros, com um fluxo frenético de turistas vestidos de verde e amarelo nos anos 80 e nos anos 90.
Hoje, restam dois restaurantes.
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Naquele em que está Fernando —entre imagens de sambistas, tucanos e figuras como Carmen Miranda e Santos Dumont—, a parede é ornada com pôsteres dos cinco times do Brasil que conquistaram a Copa do Mundo, em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Mas até eles podem estar com os dias contados.















