“…a modernização não se operou pela superação da religião, mas pela convivência com ela… Mais do que uma simples oposição, os modernismos englobados pela Semana de 1922 apresentam uma maneira ambivalente, e por vezes contraditória, de articulação entre os projetos futuristas para a arte, a valorização das raízes culturais brasileiras e, entre elas, o legado estético do repertório religioso, produzido ao longo da colonização.”Edilson Pereira, Emerson Giumbelli e Rodrigo Toniol
As curvas da arquitetura de Oscar Niemeyer não são as mesmas do barroco mineiro?
Seria acaso que o primeiro grande projeto do arquiteto carioca tenha sido realizado na capital de Minas Gerais, Belo Horizonte? Ou seria sincronicidade artística?
O conhecimento não se assemelha a uma corrida de revezamento, em que uma geração passa inspiração e saber fazer à outra?
Recomendo Copan, documentário de Carine Wallauer sobre o icônico edifício paulistano projetado por Niemeyer. Aliás, o único defeito do filme é não dar essa informação essencial.













