Refinaria da Raízen — Foto: Tomas Cuesta / Bloomberg Os três meses de negociação para fechar o acordo de recuperação extrajudicial da Raízen, afinal selado na sexta-feira passada, com a adesão de 75,4% dos credores, foi de idas e vindas, como era de se esperar num processo que envolveu 19 instituições financeiras e 80 bondholders para reestruturar uma dívida de R$ 65 bilhões — incluindo a saída dos bondholders da mesa de negociação, que acabaram voltando para as conversas. Mas quem mais jogou duro entre os bancos credores foi o Itaú, que foi de longe o de posição mais hostil durante a negociação. Mais do que isso, foi contra o acordo e tentou convencer os demais bancos de que a proposta não era boa. Mas ao final, não tendo convencido seus pares, assinou o acordo como os outros 18 bancos.

Mais recente

Próxima

Origem Energia: mandato de banco vai além da busca de sócios

Lauro Jardim Notícias exclusivas de política, economia e cultura