PUBLICIDADE Tricampeão mundial de slackline, Jaan Roose percorreu 500 metros entre dois dos edifícios mais altos da capital polonesa e relatou momentos de tensão provocados pelo vento durante a travessia Jaan Roose caminha sobre fita suspensa a 180 metros de altura durante travessia entre dois dos prédios mais altos de Varsóvia. — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/06/2026 - 07:29 Jaan Roose atravessa 500m entre arranha-céus em Varsóvia sem vara de equilíbrio O tricampeão mundial de slackline, Jaan Roose, realizou uma impressionante travessia de 500 metros entre dois dos edifícios mais altos de Varsóvia, Polônia, a 180 metros de altura. A jornada, que durou menos de 30 minutos, foi marcada por desafios como vento intenso e baixas temperaturas. Roose, que não utilizou vara de equilíbrio, destacou a dificuldade do feito, especialmente na segunda metade, quando o vento aumentou. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A paisagem do centro de Varsóvia ganhou um elemento incomum na manhã deste domingo. Suspenso a cerca de 180 metros de altura, o estoniano Jaan Roose atravessou uma fita de apenas dois centímetros de largura entre dois dos edifícios mais altos da capital polonesa, completando um percurso de 500 metros sobre a cidade. Tricampeão mundial de slackline, modalidade semelhante à corda bamba, mas praticada em uma fita mais flexível e dinâmica, Roose partiu do histórico Palácio da Cultura e Ciência, com 237 metros de altura, em direção à Varso Tower, arranha-céu de 310 metros considerado o edifício mais alto da União Europeia A travessia levou menos de 30 minutos e foi realizada sem vara de equilíbrio. Ao longo do percurso, o atleta precisou lidar com baixas temperaturas e rajadas de vento que atingiam a região central de Varsóvia. Apesar da aparente tranquilidade demonstrada durante o desafio, Roose afirmou que o percurso esteve longe de ser confortável. Jaan Roose caminha sobre fita suspensa a 180 metros de altura durante travessia entre dois dos prédios mais altos de Varsóvia. — Foto: Reprodução — Não foi nada fácil. Ainda estou tremendo. Um feito como esse exige que você explore seus próprios limites e capacidades. Não é algo simples — disse ao jornal polonês Fakt. Segundo o atleta, a parte mais complicada ocorreu após a metade do trajeto, quando o vento ganhou intensidade e aumentou a instabilidade da fita. — O impacto real veio na segunda metade da travessia. Foi ali que começou a ventar com força. Quando passei do ponto médio, fiquei muito ansioso sobre o que aconteceria dali em diante — afirmou. Em três momentos, contou ele, a situação chegou perto de sair do controle. Para evitar um erro que poderia comprometer a travessia, precisou interromper completamente o deslocamento. A travessia em Varsóvia se soma a uma lista de feitos acumulados pelo estoniano ao longo da carreira. Roose já cruzou o Estreito de Bósforo, entre a Europa e a Ásia, e também o Estreito de Messina, entre a Sicília e o continente italiano, em uma das maiores estruturas de slackline já montadas na região.