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A lógica ditaria que um líder político cujo mandato ficou marcado por duas pesadas derrotas militares, e cuja consequência imediata foi a perda de influência sobre um território ancestral e a eclosão de uma crise humanitária, teria como destino mais provável a saída do poder. No entanto, não é isso que se espera quando os arménios forem às urnas este domingo para escolher o próximo Governo, em eleições que vão determinar o futuro a longo prazo do país caucasiano.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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06 de Junho de 2026