"Acreditamos que a autoridade monetária tomará a decisão acertada e interromperá seu ciclo de calibração”, afirmam os profissionais em carta Igor Velecico, da Genoa, projeta o IPCA em 5,5% neste ano e em 5% em 2027 — Foto: Anna Carolina Negri/Valor “O ambiente macroeconômico reúne, hoje, praticamente todos os elementos que, em circunstâncias normais, demandariam resposta muito mais firme da autoridade monetária.” O apontamento é feito pelos profissionais da Genoa Capital, para quem o Banco Central deveria interromper o processo de flexibilização da Selic neste mês. “Além disso, a incorporação recente de novos riscos altistas — tanto para a inflação quanto para o quadro fiscal — faz com que uma eventual discussão sobre retomada das altas de juros já não possa ser descartada.”
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Riscos crescem, ameaçam cortes na Selic e levam juros futuros à máxima do ano
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