O avanço da inteligência artificial está pressionando empresas a repensar onde e como investem em infraestrutura tecnológica. Armazenamento, capacidade computacional, eficiência energética e continuidade operacional saíram do segundo plano e passaram a ocupar o topo das decisões de tecnologia no ambiente corporativo.
O Brasil ocupa hoje uma posição de destaque nesse movimento. O país figura entre os maiores usuários de inteligência artificial do mundo, e a expansão das aplicações baseadas em IA amplia, na mesma proporção, a demanda por ambientes capazes de sustentar operações intensivas em dados e processamento.
Nilton Junior, fundador e CEO da ZoomHolding, ecossistema de empresas de tecnologia que inclui a integradora Zoomtech, descreve a mudança de perspectiva. “Hoje, a discussão envolve capacidade computacional, armazenamento, eficiência energética e continuidade operacional”, afirma. Para o executivo, a infraestrutura tecnológica deixou de ser suporte técnico e passou a fazer parte direta da trajetória de crescimento das empresas.
Automação e machine learning puxam a demanda
Áreas como automação, análise preditiva, machine learning e processamento em tempo real estão entre as que mais impulsionam a corrida por infraestrutura no mercado corporativo. A combinação de volumes maiores de dados com exigências de resposta em tempo real eleva o nível mínimo de capacidade que as operações precisam ter.
















