Antoni Gaudí foi um arquiteto extraordinário, criador de ícones da Barcelona turística como a Sagrada Família ou o Park Güelll, mas também um fervoroso católico que está cada vez mais perto da beatificação.
Quase cinco milhões de pessoas acessaram no ano passado com ingresso a basílica da Sagrada Família, o monumento pago mais visitado da Espanha. E o restante das obras principais de Gaudí também figura entre as mais procuradas da cidade.
"Era um gênio", define Xavier Villanueva, arquiteto e diretor da Casa Batlló, que em 2024 recebeu quase dois milhões de visitantes. "Sabia tocar a alma das pessoas. Entrar em uma obra de Gaudí nunca vai te deixar indiferente."
Dedicado naquela época à sua grande criação, a Sagrada Família, Gaudí morreu em 10 de junho de 1926 aos 73 anos, dias depois de ser atropelado por um bonde quando se dirigia para rezar em uma igreja.
Exatamente um século depois, o papa Leão 14 celebrará na próxima quarta-feira uma missa na monumental basílica que está há mais de 140 anos em construção, em um novo reconhecimento ao arquiteto modernista, proclamado no ano passado "venerável" pelo Vaticano, o passo anterior à beatificação.












