De 14 de junho a 15 de novembro, 16ª edição do evento vai apresentar obras de artistas como Chiharu Shiota e André Azevedo Registro da instalação “Letters of Love” (2022), da artista Chiharu Shiota. Ela ocupará o “olho” do MON — Foto: Doug Eng/Divulgação De um lado, cartas manuscritas em pleno século XXI. De outro, obras criadas com inteligência artificial, em imagens ou como provocação sobre autoria artística. A Bienal de Curitiba, em sua 16ª edição, busca alavancar a relevância da arte para além dos 15 segundos de postagem dos visitantes de museu. Em um mundo imediatista e fragmentado, que prioriza as aparências, o que faz alguém parar de verdade diante de uma obra de arte?
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