Amanda Carneiro e Raphael Fonseca montaram time multidisciplinar de diferentes países Da esquerda: Rado Ištok, Mayara Carvalho, Amanda Carneiro, Ryan Inouye, Yina Jiménez Suriel, Ana Salazar Herrera, Amanda Tavares, Raphael Fonseca e Léuli Eshrāghi — Foto: Divulgação/Camila Tuon/Fundação Bienal de São Paulo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você O grupo curatorial reúne profissionais de países como Samoa, Eslováquia e Estados Unidos. A equipe trabalhará sob a liderança dos brasileiros Amanda Carneiro e Raphael Fonseca. A escolha marca o retorno de uma liderança totalmente brasileira na curadoria do evento. As edições mais recentes contaram com estrangeiros no comando da seleção artística. Os curadores-chefes destacam que o trabalho será pautado pela escuta e colaboração. O objetivo é valorizar as relações humanas e a dedicação direta aos artistas participantes. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Curadores-chefes da 37ª edição da Bienal de São Paulo, prevista para setembro de 2027, a paulistana Amanda Carneiro e o carioca Raphael Fonseca anunciaram os nomes da equipe curatorial. Com nomes de diferentes países, integram o time de curadores a equatoriana-portuguesa Ana Salazar Herrera; o samoano Léuli Eshrāghi; o eslovaco Rado Ištok; o americano Ryan Inouye e a dominicana Yina Jiménez Suriel, além das assistentes de curadoria brasileiras Amanda Tavares e Mayara Carvalho. Para os curadores-chefes, "a equipe curatorial reunida para a 37ª Bienal de São Paulo tem trajetórias ligadas a distintos contextos, mas compartilha um interesse comum pela Bienal de São Paulo, pelo Brasil e por uma prática curatorial construída em colaboração. (...) Para nós, formar esta equipe é também afirmar um modo de trabalho baseado em relações, escuta, dedicação aos artistas e atenção às condições que tornam cada prática possível." Com a chegada de Amanda Carneiro e o carioca Raphael Fonseca, a curadoria da Bienal voltou a ser 100% brasileira, após edições recentes com nomes estrangeiros à frente de seleção da coletiva, contando com equipes multidisciplinares de profissionais nacionais. Veja obras da 36ª Bienal de São Paulo 1 de 10 A instalação “Ìrókó: a árvore cósmica”, de Nádia Taquary — Foto: Maria Isabel Oliveira 2 de 10 'Radiola da Promessa', de Gê Viana — Foto: Maria Isabel Oliveira X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 Obra de Manauara Clandestina — Foto: Maria Isabel Oliveira 4 de 10 Telas de Marcia Falcão — Foto: Maria Isabel Oliveira X de 10 Publicidade 5 de 10 O artista senegalês Hamedine Kan — Foto: Maria Isabel Oliveira 6 de 10 Instalação da artista cubana Maria Magdalena Campos — Foto: Nelson Almeida / AFP X de 10 Publicidade 7 de 10 Instalação 'Tempestade em copo d'água', de Antonio Tarsis — Foto: Nelson Almeida / AFP 8 de 10 Instalação do artista chinês Song Dong — Foto: Maria Isabel Oliveira X de 10 Publicidade 9 de 10 O curador Bonaventure Ndikung — Foto: Maria Isabel Oliveira 10 de 10 Equipe curatorial da 36ª Bienal de São Paulo — Foto: Maria Isabel Oliveira X de 10 Publicidade Mostra fica em cartaz até 11 de janeiro de 2026 A 34ª Bienal (2020/2021, "Faz escuro mas eu canto") teve o italiano radicado no Brasil Jacopo Crivelli Visconti como curador-chefe, Paulo Miyada como curador adjunto e Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez como curadores convidados. Já a 33ª Bienal (2018, "Afinidades afetivas"), teve o espanhol Gabriel Pérez-Barreiro como curador-geral, em um modelo que incluiu sete artistas-curadores: Alejandro Cesarco, Antonio Ballester Moreno, Claudia Fontes, Feliciano Centurión, Mamma Andersson, Sofia Borges e Waltercio Caldas.
Curadores-chefes da Bienal de São Paulo apresentam a equipe da 37ª edição da mostra, prevista para 2027
Amanda Carneiro e Raphael Fonseca montaram time multidisciplinar de diferentes países







