Depois de quase um ano de investigações, o escritório de representação comercial dos Estados Unidos apresentou suas conclusões em documento que propõe novas tarifas sobre exportações brasileiras e condena o Pix.
A manifestação do governo de Donald Trump, personagem deletério bajulado por Eduardo e Flávio Bolsonaro, cita 20 vezes a plataforma eletrônica de transações financeiras criada pelo Brasil e adotada de maneira eficaz, democrática e popular pelo Banco Central.
Os filhos do capitão golpista, condenado e preso, vêm tramando com a potência estrangeira modos de atingir o presidente Lula, mas na realidade estão acertando o Brasil, sua economia, dignidade e soberania. No afã de abafar seus escândalos e tentar ganhar simpatias eleitorais, puxam a arminha, mas o tiro parece estar saindo pela culatra.
No debate público, parecem irrefreáveis os esforços de certo "centro" antipetista, com suas melancólicas viúvas da terceira via, para insistir em fantasiosa moderação de Flávio e manter acesa a chama de uma candidatura da pior espécie, metida em variadas mutretas.
Trata-se de um candidato sem nenhum preparo para a Presidência e com evidente inclinação golpista, que pede dinheiro ao "irmão" Daniel Vorcaro para supostamente financiar o filme "Dark Horse". São conhecidas suas relações com gente das milícias e de facções ora designadas terroristas pelo Departamento de Estado americano. E são fartas as suspeitas em torno de negócios inexplicados.












