O apóstolo Estevam Hernandes não vê problemas em crente torcer pelo Brasil na Copa do Mundo, desde que sem "idolatria doentia", porque "adorar, só a Deus".

Também acha que evangélicos às vezes têm "mania de perseguição", que seria uma herança dos tempos de Cristo. Estevam prefere falar em outro legado cristão: "Todas as pessoas devem optar em se ajoelhar na presença de Jesus".

O que o líder da igreja Renascer em Cristo queria para 2026, uma chapa presidencial que unisse Tarcísio de Freitas (PL) e Michelle Bolsonaro (PL), não vai acontecer —o governador paulista precisava ter se descompatibilizado do cargo antes, e agora a lei eleitoral só permite que ele tente a reeleição.Estevam ainda não declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que, assim como Tarcísio, confirmou presença na Marcha para Jesus, evento que ele idealiza desde 1993 e que acontece nesta quinta (4) de Corpus Christi, em São Paulo.

"É muito prematuro. Temos ainda uma caminhada aí nos próximos meses", diz. "Lá na frente", a maioria dos pastores deve mesmo respaldar Flávio, ele admite. Mas também reconhece que a forma como veio a público conversas do primogênito de Jair Bolsonaro (PL) com Daniel Vorcaro "compromete".