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Os quatro candidatos a juízes conselheiros do Tribunal Constitucional (TC) ouvidos nesta terça-feira na Assembleia da República procuraram não se comprometer com o que pensam sobre a interrupção voluntária da gravidez, a morte medicamente assistida, a perda da nacionalidade para cidadãos naturalizados que cometam crimes e a criação do recurso de amparo. Todos defenderam a sua independência e imparcialidade e recusaram qualquer partidarização lembrando que a eleição tem que ser feita por dois terços dos deputados.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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02 de Junho de 2026