Integrantes do governo foram informados que resultado da apuração sai até quarta-feira O presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: Kent Nishimura/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/06/2026 - 11:24 Investigação dos EUA sobre trabalho forçado no Brasil se encerra amanhã, sanções podem vir Os EUA devem concluir até quarta-feira a investigação sobre trabalho forçado no Brasil, podendo resultar em novas sanções. A apuração, iniciada em março pelo USTR sob a Seção 301 da Lei de Comércio, inclui outros 59 países, como Argentina e China. A ação segue a derrota do governo Trump na Suprema Corte sobre tarifas comerciais ilegais, destacando preocupações com práticas desleais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Depois da conclusão da investigação comercial sobre tarifas anunciada nesta terça-feira, integrantes do governo brasileiros dizem terem sido informados por autoridades americanas que os Estados Unidos vão anunciar até esta quarta-feira o fim das apurações sobre práticas comerciais desleais do Brasil relacionadas a falhas em tomar medidas contra o trabalho forçado. Existem possibilidades de serem anunciadas novas sanções. As investigações foram iniciadas em março pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) nos termos da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, assim como as apurações sobre as tarifas. Além do Brasil, outros 59 países são alvos do USTR nessa investigação. Entre eles, Argentina, União Europeia, China, Reino Unido e Japão. Os EUA alegam que essas nações supostamente usariam trabalho forçado na produção de itens vendidos ao exterior ou que importam esses produtos. A iniciativa foi anunciada depois de o governo Donald Trump ter sido derrotado na Suprema Corte, que considerou ilegais as tarifas globais que os EUA vinham aplicando nos seus parceiros comerciais desde abril de 2025. De acordo com um integrante do governo brasileiroque participa das negociações com autoridades americanas, o resultado da investigação sobre trabalho forçado deve ocorrer “entre hoje e amanhã”.