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Jenn Freeman não é uma bailarina de renome internacional. É, no entanto, uma bailarina, coreógrafa e professora com um percurso americano digno de nota. Para o mundo da dança e artes performativas, OK, está apresentada. Mas o seu palco maior abriu-se na semana passada quando Espaço para Dançar se estreou discretamente na Netflix, para relatar não só o seu diagnóstico tardio de autismo mas também o espectáculo que laboriosamente monta sobre a sua vida para digerir isso mesmo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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01 de Junho de 2026














