A questão para o Velho Continente é se conseguirá tornar-se uma potência de forma democrática e a tempo de moldar a nova ordem mundial que está emergindo — Foto: Konstantinos Tsakalidis/Bloomberg Dez anos depois de um grupo de líderes políticos, empresariais e de opinião europeus ter apelado a “um novo Renascimento europeu” e delineado um roteiro pós-Brexit para a UE, o bloco encontra-se novamente num momento decisivo. A questão já não é se a UE deve tornar-se uma potência global — isso é evidente —, mas se conseguirá fazê-lo de forma democrática e a tempo de moldar, em vez de apenas suportar, a nova ordem mundial que está agora a emergir.

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