O cientista político e professor judeu Norman Finkelstein virá ao Brasil na próxima semana para lançar a nova edição em português de seu livro "A Indústria do Holocausto". A passagem pelo país incluirá um debate na Feira do Livro, no Pacaembu, e um seminário sobre racismo, islamofobia e antissemitismo organizado por coletivos judaicos, árabes e centros de pesquisa da USP.
O norte-americano participará no dia 4 de junho do painel "Holocausto e Palestina", no Auditório do Museu do Futebol, onde será entrevistado pela jornalista da Folha Patrícia Campos Mello. Filho de sobreviventes de campos de concentração nazistas e do Gueto de Varsóvia, ele se tornou conhecido por críticas à instrumentalização política da memória do Holocausto e por suas críticas às políticas de Israel em relação à Palestina, bem como todo regime sionista.
Ele ainda ficou conhecido por aparecer nos arquivos liberados de Jeffrey Epstein não por envolvimento, mas por uma rejeição brutal ao bilionário americano denunciado por crime sexual.
Ao ser convidado por Alan Dershowitz para visitar a ilha de Epstein, Finkelstein respondeu dizendo que tanto Epstein quanto o colega deveriam ser "estrangulados até a morte". Ele ainda enviou a mensagem em cópia para familiares do interlocutor.















