O corpo de Marcelo da Cruz Silva, 41, foi velado e enterrado na tarde desta quinta-feira (28) no cemitério São Miguel, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
O pedreiro estava em uma motocicleta a caminho de uma obra, quando ele e Edvan Felipe de Assis, 46 foram baleados durante uma operação da Polícia Militar na localidade da Ipuca, no Jardim Catarina.
Sobre as mortes, em nota, a Polícia Militar afirmou que um procedimento apuratório foi instaurado para investigar as circunstâncias do caso. A corporação afirmou ainda que isolou o local e acionou a Polícia Civil, e declarou lamentar as mortes e disse colaborar integralmente com as investigações.
Durante o velório, o clima era de indignação. "Meu irmão era trabalhador, não era um traficante. Eu sou um trabalhador, não sou um traficante", disse o irmão da vítima, Márcio da Cruz Silva. Ele foi preso na quarta-feira, segundo a polícia, porque teria depredado uma viatura e foi liberado após pagar fiança de R$ 5.000.
Na entrada do cemitério, familiares e amigos presentes gritaram em direção a policiais que estavam no local, com gritos de que "mataram um trabalhador".











