PUBLICIDADE Episódio gerou onda de protestos em ruas do bairro do Pacheco Uma barricada em chamas durante protesto após morte de motociclista em São Gonçalo — Foto: TV Globo/Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 01/06/2026 - 09:43 Policial Afastado por Morte de Motociclista Gera Protestos em SG Um policial militar foi afastado após matar um motociclista em São Gonçalo, gerando protestos no bairro do Pacheco. Este é o terceiro incidente envolvendo mortes por policiais em cinco dias na região. A PM iniciou uma investigação, enquanto a Delegacia de Homicídios conduz as diligências. Outros casos recentes incluem mortes em operações policiais, aumentando a tensão e as investigações na área. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um motociclista morreu, neste domingo, após ser baleado por um policial militar do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) no bairro do Pacheco, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Carlos Eduardo Souza Ornela pilotava o veículo quando foi atingido. Uma mulher que estava na garupa também foi ferida. A morte gerou uma série de protestos. Esse é o terceiro caso em que PMs são investigados por mortes durante operações nos últimos cinco dias. A Polícia Militar afirmou que, por determinação do comando da corporação, o agente responsável pelo disparo foi afastado das ruas. A PM informou ainda que sua Corregedoria Geral já iniciou a apuração das circunstâncias da morte, por meio da 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM). O motociclista foi morto na Rua Monsenhor Benedito Marinho. De acordo com informações iniciais, uma equipe do Recom estava no local e teria dado uma ordem de parada, que não teria sido obedecida. Um dos agentes, então, atirou. Ornela morreu no local. A mulher foi socorrida e levada para o Hospital estadual Alberto Torres. Não há informações sobre o estado de saúde dela. Em protesto, grupos de pessoas atearam fogo em barricadas nas ruas Marechal Póvoas e São Pedro, também no Pacheco. Ônibus foram sequestrados para bloquear o trânsito. Agentes do Recom aturaram na região. As investigações estão a cargo da A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI). A Polícia Civil afirmou que "diligências estão em andamento para apurar os fatos". Outros casos Na manhã do último dia 27, os pedreiros Edvan Felipe de Assis e Marcelo da Cruz Silva foram mortos durante uma operação do 7º BPM (Alcântara) na comunidade Jardim Catarina, de São Gonçalo. Três policiais são investigados por terem atirado contra os dois. Em depoimento, os agentes admitiram que confundiram uma ferramenta que estava com as vítimas com um fuzil. Os envolvidos na ação foram afastados das ruas. As imagens das câmeras dos uniformes dos agentes foram entregues para a Polícia Civil, assim como estão sob análise da corregedoria interna da corporação. No dia anterior, dois entregadores foram mortos na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Segundo a PM, agentes do 17º BPM (Ilha do Governador) faziam um patrulhamento pela Vila Joaniza quando foram atacados a tiros por um grupo de homens armados. Os agentes revidaram. Erik Felix Chagas e Lucas Rodrigues Rocha foram baleados e morreram. Parentes de Lucas, ouvidos pelo site g1, afirmaram que ele trabalhava como entregador e não tinha envolvimento com o crime. Ainda segundo os parentes, ele estava realizando uma entrega quando foi baleado.
PM é afastado das ruas após matar motociclista em São Gonçalo; é o terceiro caso investigado nos últimos cinco dias
Episódio gerou onda de protestos em ruas do bairro do Pacheco













