PUBLICIDADE Sargento alegou ter sido agredido pela vítima antes dos disparos. Ele foi liberado após prestar depoimento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Delegacia de Homicídios da Capital investiga a morte de Fábio Ferreira — Foto: Marcos Nunes/Agência O GLOBO RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/06/2026 - 14:03 Polícia investiga morte de homem baleado por sargento no Rio A Delegacia de Homicídios da Capital investiga a morte de Fábio Ferreira da Silva em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, após ser baleado por um sargento da PM durante uma confusão. O policial alegou ter sido agredido antes dos disparos e foi liberado após depoimento. A investigação busca esclarecer os fatos, analisando imagens e depoimentos. A Corregedoria da PM também apura o caso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Delegacia de Homicídios da Capital(DHC) investiga a morte de um homem em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, na noite desta sexta-feira, durante as comemorações da vitória do Brasil sobre a seleção do Haiti. O crime aconteceu após um desentendimento entre crianças evoluir para uma briga entre adultos. Fábio Ferreira da Silva foi baleado e não resistiu aos ferimentos. Um outro homem que o acompanhava foi atingido por coronhadas. O autor dos disparos seria um sargento da Polícia Militar. Segundo o RJTV, o policial foi identificado como Wellington Sacramento dos Santos. Segundo a Polícia Civil, o PM compareceu espontaneamente à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e alegou ter sido agredido pelas vítimas antes dos disparos. Ele prestou depoimento e foi liberado. O crime aconteceu na Praça Rosália Trotta. De acordo com o RJTV, parentes e amigos de Fábio apresentaram outra versão para o caso. Eles relataram que, após um desentendimento entre crianças, houve uma confusão envolvendo adultos. Na ocasião, a vítima teria tentado separar uma briga depois que um amigo seu foi agredido com uma coronhada. O PM, então, teria efetuado os disparos. Atingido por dois tiros, um deles no rosto, Fábio foi levado para o Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele não resistiu aos ferimentos e já chegou sem vida à unidade. O outro ferido foi medicado e liberado. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso. Os agentes estiveram na praça em busca de imagens que possam ter registrado o homicídio e ajudar a esclarecer as circunstâncias do crime. Já a Polícia Militar informou que o PM estava fora de serviço quando o caso ocorreu. Ainda de acordo com a corporação, a Corregedoria instaurou um inquérito policial militar para apurar as circunstâncias do fato. Abaixo, a íntegra das notas enviadas pelas duas corporações: Polícia Militar "A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta sexta-feira (19/6), dois homens foram atingidos por disparos de arma de fogo em Campo Grande e deram entrada no Hospital Municipal Rocha Faria, onde um deles não resistiu aos ferimentos. Um policial militar de folga se apresentou à 35ª DP e alegou ser o autor dos disparos, informando que houve um desentendimento em uma praça e que os envolvidos teriam atentado contra sua integridade física. Equipes do 40º BPM foram acionadas, e a Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso. A Corregedoria-Geral da Polícia Militar instaurou um inquérito policial para averiguar as circunstâncias dos fatos." Polícia Civil "O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). As vítimas foram encaminhadas para uma unidade de saúde, mas um homem não resistiu aos ferimentos.Os envolvidos e testemunhas foram ouvidos, e a investigação está em andamento para esclarecer os fatos. O autor dos disparos não permaneceu preso em flagrante porque a autoridade policial, após análise dos fatos apresentados e dos elementos disponíveis no momento da ocorrência, não identificou a presença dos requisitos legais necessários para a lavratura da prisão em flagrante. Cabe destacar que o investigado compareceu espontaneamente à delegacia após o ocorrido e alegou ter sido agredido pelas vítimas antes dos disparos. As circunstâncias do caso seguem sendo rigorosamente apuradas pela Polícia Civil, por meio da coleta de depoimentos, análise de imagens e demais elementos probatórios, os quais subsidiaram as medidas adotadas até o momento e orientarão os próximos desdobramentos da investigação."