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Em 2026, nos primeiros três meses, havia mais suspeitos do crime de violência doméstica com pulseira electrónica, mas também sem essa vigilância e com outra medida de coacção; tinham sido apresentadas mais queixas à PSP e à GNR, ainda que o aumento tenho sido ligeiro relativamente ao trimestre anterior; e mais pessoas estavam abrangidas pelo sistema de protecção a vítimas por teleassistência, atingindo-se um novo máximo. Os números trimestrais actualizados nesta quarta-feira pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) ​​mostram também que estavam mais presos nas cadeias, em prisão preventiva ou efectiva, após uma condenação por este crime, mantendo-se a tendência dos últimos anos. No primeiro trimestre há registo da morte de seis mulheres e de duas crianças em contexto de violência doméstica.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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27 de Maio de 2026