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A Compagnie Karyatides não gosta de desafios fáceis. Depois de adaptar ao seu teatro de objectos obras como Frankenstein, Madame Bovary e Os Miseráveis, decidiu subir ainda mais a fasquia e atirou-se a Crime e Castigo, a obra imensa de Fiódor Dostoiévski, transformando-a num espectáculo de 75 minutos, mudando-lhe o final, introduzindo canções e questionando o que é isto da culpa. À atracção pelo trabalho sobre obras literárias, confessa Karine Birgé ao PÚBLICO, junta-se uma liberdade artística possível com autores já desaparecidos: “Como morreram há muito tempo, então não vêm chatear-nos”, ri-se a criadora belga.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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27 de Maio de 2026













