Diante de uma população cada vez mais envelhecida e da perspectiva de um rombo bilionário no caixa do auxílio-invalidez, o governo da Alemanha avalia aumentar, mais uma vez, a alíquota de contribuição para pessoas sem filhos.
A contribuição para o auxílio-invalidez (também conhecido como seguro de cuidados) é paga por todos que são cobertos pelo seguro de saúde público – quase 90% da população alemã.
Para quem tem filhos, a contribuição varia entre 3,1% e 3,6% da renda, a depender do tamanho da prole. Para pessoas sem filhos, a cobrança é de 4,2%, compostos de uma taxa-base de 3,6%, mais um percentual extra de 0,6%. Esse valor diferenciado começa a ser cobrado já aos 23 anos.
Um documento interno do Ministério da Saúde que vazou na imprensa alemã nesta terça-feira 26 propõe elevar a alíquota de contribuição desse grupo em 0,1%, totalizando 4,3%.
Tem direito a auxílio-invalidez quem precisa de cuidados permanentes, como idosos, doentes crônicos e pessoas com deficiência. Mas, diferentemente do seguro-saúde, o benefício não cobre todas as despesas.












