Também consagrado em Cannes, em 2007, com “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias”, diretor levou o prêmio máximo do festival francês não só pela relevância e urgência do tema, mas pela qualidade do que faz Uma cena carregada de intolerância ajuda a entender por que “Fjord”, do romeno Cristian Mungiu, arrebatou a Palma de Ouro desta 79ª edição do Festival de Cannes, na noite de ontem. O embate de convicções do mundo atual é capturado com refinamento dramático na visita que uma mãe, de postura religiosa e conservadora, recebe do serviço de proteção à criança, em solo progressista norueguês.
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