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Hoje, como há milhares de anos, os avanços dos humanos estão umbilicalmente ligados ao modo como exploramos os materiais. Antes eram a pedra, o ferro ou o bronze. Agora são fenómenos invisíveis aos nossos olhos, mas que se mexem num universo subatómico, apenas observável ao microscópio. São materiais quânticos com propriedades bizarras que parecem saídos da mente de um escritor de ficção científica muito imaginativo. Mas funcionam. Duncan Haldane que o diga.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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24 de Maio de 2026