Medida consta de lei aprovada pela Câmara Municipal do Rio. Sinais que poderão ser destacados devem estar de acordo com parâmetros estabelecidos por órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Tríplice viral faz parte do calendário de vacinação brasileiro — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/05/2026 - 19:35 Cartões de vacinação no RJ terão alertas sobre sinais de autismo As cadernetas de vacinação infantil no Rio de Janeiro agora incluirão alertas sobre sinais precoces de autismo, conforme lei aprovada pela Câmara Municipal. A medida visa facilitar a identificação de comportamentos que indiquem a necessidade de avaliação especializada, com base em diretrizes da OMS e SBP. A iniciativa busca promover o diagnóstico precoce, essencial para o tratamento eficaz e o desenvolvimento das crianças. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Pais e responsáveis passarão a contar com uma nova ferramenta de orientação nas cadernetas de vacinação infantil na cidade do Rio. Unidades de saúde das redes pública e privada terão que incluir no documento informações sobre os principais sinais precoces do transtorno do espectro autista (TEA) em crianças de até 3 anos. A medida é prevista pela Lei 9.407/2026 de autoria dos vereadores Inaldo Silva (Republicanos) e Marcio Ribeiro (PSD). O texto foi aprovado pela Câmara Municipal, sancionado pelo prefeito Eduardo Cavalieri e publicado no Diário Oficial do município de terça-feira e prevê que o conteúdo seja apresentado em linguagem acessível, para facilitar a identificação de comportamentos que possam indicar a necessidade de avaliação especializada. Segundo Inaldo Silva , a proposta busca ampliar a conscientização e estimular o diagnóstico precoce. — O diagnóstico precoce do autismo é crucial para a eficácia do tratamento e para o desenvolvimento pleno das potencialidades da criança. A maioria dos sinais pode ser observada nos primeiros anos de vida — disse o vereador. Os sinais que poderão ser destacados devem estar de acordo com parâmetros reconhecidos por órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A expectativa é que a inclusão das informações nas cadernetas ajude famílias a reconhecerem mais rapidamente possíveis indícios do transtorno, permitindo encaminhamento mais cedo para acompanhamento médico e terapêutico.