Autores defendem a desvinculação automática dos recursos vinculados que não forem executados até o fim do exercício financeiro Daniel Borges: redução da manutenção de saldos ociosos — Foto: Divulgação O governo federal encerrou o ano passado com quase R$ 500 bilhões acumulados em fontes vinculadas na Conta Única do Tesouro, muitas delas sem execução orçamentária efetiva ou associadas a fundos com baixa capacidade operacional. Embora os recursos estejam depositados na Conta Única do Tesouro Nacional (CUTN), as regras de vinculação restringem seu remanejamento para outras finalidades, reduzindo a flexibilidade financeira do governo em um contexto de elevado custo de financiamento da dívida pública e forte rigidez orçamentária.
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Orçamento deve ser impositivo e com prazo mais longo, defende entidade fiscal
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