Hoje, o modelo prevalente no Brasil é o chamado “Fee for Service” (pagamento por serviço) Apesar das constantes reclamações sobre o desperdício na área da saúde, ainda é pequena a representatividade dos modelos de remuneração alternativos à conta médica aberta - que poderiam ajudar a reduzir essa perda. Apenas 14,5% dos hospitais privados apuram a maior parte da receita bruta (51% ou mais) por meio de acordos com as operadoras de planos de saúde em que as duas partes dividem os riscos da sinistralidade. Os dados foram levantados junto a cerca de 200 hospitais pela Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp).

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