Imagine um grande prédio comercial moderno, elegante e extremamente valioso. Ele possui segurança, tecnologia, manutenção impecável e os melhores sistemas contra incêndio. Tudo parece protegido. Até que, um dia, os elevadores param de funcionar. O prédio continua de pé. Aparentemente, não houve perda patrimonial. Mas lentamente a operação começa a travar. Reuniões atrasam, clientes cancelam visitas, empresas perdem produtividade e o funcionamento deixa de ser o mesmo.
Talvez essa seja uma boa forma de entender o impacto financeiro de uma doença grave.
Recentemente, conversando com um amigo empresário, ouvi uma reflexão. Ele dizia não se preocupar tanto com despesas médicas, porque possui um excelente plano de saúde. Também já estruturou um seguro de vida robusto para proteger a família e organizar a sucessão patrimonial. O receio dele era outro.
"O problema é se eu precisar parar por um período longo. Meu negócio depende muito de mim. Se eu ficar meses afastado, a empresa desacelera e a receita cai."
A frase talvez descreva a realidade de milhares de empresários e profissionais liberais. Médicos, advogados, dentistas, arquitetos, consultores e executivos podem até possuir algum patrimônio acumulado, excelente plano de saúde e seguro de vida. Mas, muitos concentram na própria presença boa parte da capacidade de geração de renda.












