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Começou a ser implementada pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2024 e tem vindo a desenvolver-se. A estratificação da população pelo risco clínico tem permitido fazer um retrato da população tendo em conta a carga de doença. Em 2024, “cerca de 9% dos utentes” —​ 928 mil pessoas —​ foram “caracterizadas como sendo de risco clínico alto ou muito alto”. Embora sejam uma pequena fatia dos mais de dez milhões de residentes, “representam 41% dos gastos em cuidados de saúde, considerados para efeitos de estratificação da população pelo risco”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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21 de maio de 2026