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No imenso universo do sistema de pagamentos electrónicos, a taxa de fraude manteve-se “em níveis reduzidos” no primeiro semestre de 2025, variando em quantidade, entre 0,00036% (débitos directos) e 0,0066% (cartões na óptica do emitente) e, em valor, entre 0,00003% (débitos directos) e 0,0063% (cartões na óptica do emitente), com os débitos directos a continuarem a ser o instrumento com menor incidência de fraude, destaca o Banco de Portugal no Relatório dos Sistemas de Pagamentos. Contudo, estas percentagens tão pequenas perdem relevância quando se olha para o montante absoluto de perdas, que ascendeu a 5,3 milhões de euros no primeiro semestre de 2025, envolvendo essencialmente cartões e transferências a crédito.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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21 de Maio de 2026













