Guillermo Romero, especialista em urologia, alerta que o excesso de conteúdo sexual explícito pode afetar o desejo e a intimidade Homem deitado na cama com o rosto para baixo e o celular na mão. Frustração — Foto: Freepik.com RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/05/2026 - 15:09 Excesso de pornografia afeta desejo e intimidade dos jovens, alerta urologista O urologista Guillermo Romero destaca que o consumo excessivo de pornografia pode impactar negativamente o desejo e a intimidade dos jovens. A superexposição a conteúdos explícitos altera a resposta ao desejo real, levando a problemas como disfunção erétil e ansiedade sexual. O especialista enfatiza a importância de buscar ajuda médica e psicológica, promovendo uma relação saudável com o conteúdo digital e a sexualidade. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO De acordo com especialistas em saúde mental e sexualidade, a superexposição a estímulos sexuais constantes e altamente explícitos pode alterar a forma como algumas pessoas respondem ao desejo e à intimidade reais. O problema não seria o consumo ocasional, mas o uso excessivo e compulsivo. Alguns homens desenvolvem uma dependência psicológica do conteúdo pornográfico como mecanismo para lidar com estresse, ansiedade ou emoções negativas. — Quando o cérebro se acostuma a níveis muito altos de estimulação visual, a resposta diante de experiências sexuais cotidianas pode diminuir. Além disso, surgem comparações irreais sobre desempenho, corpo ou performance sexual — afirma o urologista Guillermo Romero. Um fenômeno que preocupa especialistas Diversos estudos internacionais analisaram o impacto do consumo excessivo de pornografia sobre a saúde sexual masculina. Algumas pesquisas encontraram associações entre o consumo problemático e sintomas como: Disfunção erétil psicológica;Diminuição do desejo sexual;Menor satisfação nos relacionamentos;Ansiedade durante as relações sexuais;Expectativas pouco realistas sobre o sexo. Quando isso pode se tornar um problema? Alguns sinais de alerta são: Necessidade de consumir conteúdo cada vez mais frequente ou extremo;Dificuldade para se excitar sem pornografia;Isolamento social ou perda de interesse em relações reais;Consumo em horários inadequados ou durante atividades de trabalho;Sensação de culpa ou perda de controle. — O objetivo não é gerar medo nem demonizar a sexualidade, mas promover uma relação mais saudável com o conteúdo digital e entender quando ele está afetando a vida pessoal ou do casal — explica. A saúde sexual masculina já não é mais um tema tabu Nas redes sociais e plataformas digitais, o interesse por temas como testosterona, desempenho sexual, ansiedade masculina e disfunção erétil aumentou consideravelmente nos últimos anos. Isso também levou médicos especialistas a criarem conteúdos educativos para combater a desinformação que circula na internet. Para o especialista, um dos maiores desafios atuais é normalizar o fato de que os homens também busquem ajuda médica e psicológica quando enfrentam problemas relacionados à sexualidade. — A saúde sexual também é saúde mental, autoestima e qualidade de vida. Buscar ajuda a tempo pode evitar que muitos homens vivam esses problemas em silêncio — conclui. Guillermo Romero compartilha informações sobre saúde sexual masculina por meio de podcasts, redes sociais e conteúdos educativos, abordando temas como disfunção erétil, ejaculação precoce, fertilidade e bem-estar sexual masculino.
A ansiedade sexual que está afetando a vida íntima dos homens jovens
Guillermo Romero, especialista em urologia, alerta que o excesso de conteúdo sexual explícito pode afetar o desejo e a intimidade












