“O que nos aflige, atormenta e maltrata nos tempos modernos não é a solidão, mas a perda da capacidade de ficarmos sozinhos: o enfraquecimento da força de ficar sozinho, de suportar o isolamento, o definhamento da arte de viver, de experimentar a solidão de forma positiva” – Odo Marquard
Tudo na vida é equilíbrio. Inclusive entre socializar e ficar só.
Um dado interessante sobre nossa brasilidade é o caráter comunitário das religiões de matriz africana.
O apoio que os escravizados se prestavam mutuamente ia da garantia do direito à alimentação até a facilitação de rotas de fuga para quilombos onde pudessem viver livremente.
Os neopentecostais parecem ter entendido esse substrato — e o atualizaram: proveem cestas básicas (para os que necessitam) e apoio social, por meio de encontros semanais, encontrando-se mais de uma vez por semana.














