Promotoria afirma que mais de 400 mil pessoas tiveram a íris escaneada em troca de recompensas financeiras e aponta práticas abusivas na coleta de dados biométricos.

Promotoria afirma que mais de 400 mil pessoas tiveram a íris escaneada em troca de recompensas financeiras e aponta práticas abusivas na coleta de dados biométricos.

Órgão apontou práticas abusivas na coleta de dados biométricos, especialmente de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica