Itens como roupas e acessórios ligados à seleção perdem força com a saída do Brasil

Estimativa do setor é de R$ 2,42 bilhões de receita ao longo da competição

Após derrota do Brasil, marcas começam a mudar campanhas da Copa

Após a derrota, patrocinadores da Fifa e da seleção, como Rexona - da Unilever - e o Itaú, começaram a mudar suas campanhas sobre a Copa

Itaú e Rexona, marca de desodorantes da Unilever, foram mais rápidos na reação com anúncios em redes sociais e na televisão aberta

Movimento não deve, no entanto, comprometer o saldo positivo esperado pelo setor para a competição

A derrota elimina a principal matéria-prima da economia simbólica: a expectativa. Quando ela morre, morre junto uma parte importante da atividade econômica construída ao seu redor

Derrota nas oitavas de final marca a pior campanha do Brasil em Copas desde 1990

Itens como roupas e acessórios ligados à seleção perdem força com a saída do Brasil

Expectativa de faturamento adicional cai 23% para o segmento de alimentação fora do lar

Na noite de domingo, Rexona, Itaú e Vivo, da Telefônica, já haviam reagido à derrota do Brasil para a Noruega, por 2 a 1