Com juros elevados e endividamento de 81% do PIB, superávit primário necessário para conter a dívida começa a chegar a níveis inviáveis politicamente

Com bancos centrais elevando juros, situação fiscal do Brasil volta ao foco, exigindo medidas rápidas do próximo governo para garantir sustentabilidade econômica

Dívida está em 81,1% do PIB, o maior patamar em cinco anos, desde maio de 2021

Aumento dos gastos públicos e despesa com juros pesam no resultado, que não tem cenário otimista para o futuro próximo

Para reverter o quadro e cumprir o centro da meta no período, o Tesouro estima que seria necessário um aumento de receitas na ordem de 0,8% do PIB em 2028, 1,2% em 2029 e 1,6% em…

Com juros elevados e endividamento de 81% do PIB, superávit primário necessário para conter a dívida começa a chegar a níveis inviáveis politicamente