Câmara aprova urgência para projeto de lei que criminaliza a misoginia

Oposição na Câmara vê censura e ameaça à liberdade religiosa. Relatora redefiniu conceito de misoginia aprovado pelo Senado; equiparação a racismo torna o crime inafiançável.

Texto ainda passará por modificações antes da votação do mérito, que deve ser antes do recesso

Bancada evangélica diz que texto pode levar à perseguição religiosa e deputados citam bíblia para pregar a submissão da mulher ao marido. Proposta equipara misoginia a racismo.

Casa deve votar mérito da proposta nas próximas duas semanas, antes do recesso parlamentar

Câmara aprova urgência para projeto de lei que criminaliza a misoginia

Com a a urgência aprovada, o texto poderá ser votado diretamente no plenário, sem passar pelas comissões

PL orientou voto contra, mas duas deputadas da bancada — João Carlos Bacelar (BA) e Delegada Ione (MG) — votaram a favor da urgência

Casa deve votar mérito da proposta nas próximas duas semanas, antes do recesso parlamentar