Dívida está em 81,1% do PIB, o maior patamar em cinco anos, desde maio de 2021

Documento do Banco de Compensações Internacionais (BIS) alerta para risco de o endividamento privado ter repercussões nos endividamentos dos governos, virando um passivo fiscal

IFI aponta que a dívida pública seguirá em alta mesmo com hipóteses otimistas para PIB e juros

No mês passado, resultado foi negativo em R$ 53,3 bi, segundo dados do Tesouro Nacional

No acumulado de 12 meses, o déficit atingiu R$ 142,3 bilhões, equivalente a 1,06% do PIB

Entre janeiro e maio deste ano, o déficit acumulado é de R$ 44,4 bilhões

Em maio, a despesa total em proporção do PIB atingiu 19,6% no acumulado em 12 meses, de acordo com o Relatório do Tesouro Nacional

Dívida está em 81,1% do PIB, o maior patamar em cinco anos, desde maio de 2021

Com juros estratosféricos e gasto no acelerador, déficit do setor público tem novo recorde: R$ 1,26 trilhão

Aumento dos gastos públicos e despesa com juros pesam no resultado, que não tem cenário otimista para o futuro próximo

É época de eleições e a máquina eleitoral do Planalto está a todo vapor, ignorando sinais de que a trajetória do endividamento público pode trazer desastres mais à frente

Com juros elevados e endividamento de 81% do PIB, superávit primário necessário para conter a dívida começa a chegar a níveis inviáveis politicamente