Não fosse a cegueira ideológica da gestão petista, estatal já teria sido privatizada há muito tempo
Correios registrou prejuízo de R$ 3,16 bilhões (Q1 2026), 14º trimestre consecutivo financiado por empréstimos do Tesouro. Falhas operacionais evidenciam limites da gestão estatal em mercados dinâmicos, sinal de inadequação de governança pública.
Apesar do apoio do Estado, empresa sofre de ineficiências estruturais
Companhia registrou queda nas receitas e passa por processo de reestruturação
No ano passado, estatal tomou empréstimo de R$ 12 bi junto a um consórcio de bancos, com garantia da União, para tentar implementar plano de reestruturação e sair da crise
Segundo a empresa, o resultado ficou melhor do que o esperado inicialmente e já demonstra medidas implementadas no seu plano de contenção de custos
Resultado negativo representa quase o dobro em relação ao mesmo período de 2025, quando as perdas líquidas somaram R$ 1,73 bilhão
O prejuízo dos Correios no primeiro trimestre é 82,3% superior ao de 2025, levando a estatal a adotar cortes de gastos e demissões para tentar equilibrar as contas.
Resultado negativo quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado; empresa atribui cenário a pressões operacionais e segue executando plano de reestruturação
Correios têm prejuízo trimestral de R$ 3,2 bi, quase o dobro do 1º trimestre de 2025
Resultado do 1º trimestre mostra deterioração em relação à perda de R$ 1,7 bi no mesmo período de 2025, com queda nas receitas e aumento das despesas. Estatal diz que segue…
Presidente dos Correios diz que prejuízo será em torno de R$ 10 bi no ano e promete equilíbrio para 2027
O argumento de que a empresa não pode ser privatizada porque só ela garante a universalização não se sustenta com a expansão da internet