Para Janaína Feijó, economista do FGV Ibre, o alto endividamento das famílias pode estar influenciando a geração de emprego: com menos disposição de compra, os empregadores acabam gerando menos vagas

PNAD Contínua apontou uma taxa de desemprego de 5,8% no trimestre encerrado em abril, acima dos 5,4% do trimestre concluído em janeiro

Saldo entre admissões e desligamentos desacelerou frente a 2025; serviços puxaram geração de empregos, enquanto comércio e agropecuária fecharam vagas