A Bienal do Livro de São Paulo notificou, nesta quarta-feira (9), a editora Fruto Proibido após cenas polêmicas ocorridas dentro do estande da empresa viralizarem nas redes sociais.
Desde o domingo, circulam imagens de um homem mascarado —vestido como o personagem Ghostface, protagonista da franquia "Pânico"— seduzindo visitantes, em sua maioria mulheres jovens, com beijos e simulações de tapas e enforcamentos.
A situação de teor erótico se deu no estande da Fruto Proibido, editora focada em "romances hot", com cenas de sexo de alta intensidade, e nos chamados "dark romances", que adicionam uma camada de violência à narrativa de sedução.
Em nota, a Bienal do Livro afirma que a ação com o personagem não faz parte da programação oficial nem foi autorizada. "Assim que tomou conhecimento do ocorrido, a organização da Bienal notificou prontamente a editora responsável."
O evento afirma não compactuar "com condutas ou ações inadequadas dirigidas ao público" e diz que "reafirma seu compromisso com a manutenção de um ambiente seguro, respeitoso e acolhedor para todos os visitantes, expositores, autores, profissionais e demais participantes do evento".






