Por todo lado, pessoas perguntavam onde começavam e terminavam as filas enormes da Bienal do Livro de São Paulo, que, neste domingo, registrou um fluxo intenso em seus corredores, além de muita aglomeração nos espaços de alimentação e aqueles mais próximos dos banheiros.
Em nota enviada à reportagem, organizadores afirmam estar "acompanhando de perto os pontos de maior concentração para fazer os ajustes necessários ao longo do evento". Eles dizem ainda que, durante a madrugada de sábado para domingo, foram realizadas obras no pavilhão para ampliar o número de banheiros femininos e, assim, desafogar as filas nesses espaços.
A espera para entrar no estande da editora Intrínseca circundava o espaço. Para lidar com a demanda, a equipe da editora criou um "puxadinho" no corredor, mas, mesmo assim, parte dos visitantes se mostrava confusa com a direção que se deveria seguir.
Na área da Companhia das Letras, a fila para o caixa de pagamento formava cinco voltas em si mesma, ocupando metade do corredor externo. O público que tentava atravessar o pavilhão tinha de se espremer entre essa fila e outra menor, do estande dedicado à editora Record. Houve, ali, tumulto e empurra-empurra.
No último sábado, o estande da Alt, selo da Globo Livros, registrou filas de quase três horas. No domingo, o espaço seguiu igualmente lotado, com aglomeração que bloqueava a entrada de um estande vizinho, da editora Malê.









