Em vídeo de campanha, o candidato do Missão também voltou a afirmar que a institucionalidade brasileira chegou ao fim 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missã — Foto: Ana Branco/Agência O Globo O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, afirmou nesta quarta-feira (9) que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino “passou por cima” da decisão do colega André Mendonça ao determinar a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). No dia anterior, Mendonça havia determinado o afastamento preventivo de Rodrigues do cargo. Leia mais Em vídeo compartilhado pela campanha, Santos afirmou que o STF se tornou uma “loucura”, um “gigantesco bordel” e uma “confusão maluca”. “Já, já o Alexandre de Moraes inclui o Dino no inquérito [das Fake News], sei lá, para homenageá-lo”, disse, entre risos. “É tudo insano. Naturalmente, é um país que perdeu todo o sentido”, acrescentou. O candidato também voltou a afirmar que a institucionalidade brasileira chegou ao fim e que, diante disso, “não cabe mais comentário”. Segundo Santos, cabe a ele chegar à Presidência da República para “botar ordem no galinheiro”. “Hoje, o STF virou um bordel. É uma loucura, é uma insanidade. Não há institucionalidade, não há República. Isso aqui virou apenas um caos”, declarou. Em mais um episódio da crise no Supremo, Dino determinou, na manhã desta quarta-feira, a reintegração de Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF. Na decisão, o ministro determinou ainda que não fossem impostas novas medidas cautelares de natureza pessoal baseadas exclusivamente em atos praticados no regular exercício de suas atribuições funcionais, em cumprimento a determinações judiciais. Dino afirmou ainda que a decisão se submete exclusivamente ao plenário do STF. A determinação também se aplica ao diretor de inteligência da PF, Leandro Almada, que havia sido afastado do cargo juntamente com Rodrigues.