"Para lidar com o ineditismo da situação, as discussões devem ser livres, públicas e transparentes, dando ampla oportunidade para os esclarecimentos devidos”, escreveu o presidente da CNI 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Em meio à escalada da crise no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirmou que a “República enfrenta um teste de integridade inédito”, que exige uma reação “vigorosa, de forma justa e responsável”. A declaração consta de nota divulgada nesta quarta-feira (9). Intitulado “Não vamos desistir do Brasil”, o texto pede “bom senso” às autoridades diante dos recentes acontecimentos em Brasília e defende que as discussões sejam conduzidas de forma pública e transparente. “A convivência social pacífica depende da atuação diária, imparcial e equilibrada da Justiça. Para lidar com o ineditismo da situação, as discussões devem ser livres, públicas e transparentes, dando ampla oportunidade para os esclarecimentos devidos”, escreveu Alban. Segundo o presidente da CNI, as sucessivas crises em Brasília colocam as instituições em risco e podem levar o país a um momento de especial gravidade. “A confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia”, afirmou. “Não podemos deixar que questões políticas, eleitorais ou crises institucionais travem o desenvolvimento. Não podemos, mais uma vez, perder as oportunidades de crescimento no cenário internacional”, escreveu. Alban convocou os Poderes, empresários e trabalhadores a buscar consenso em torno de temas estratégicos para o país, como o estabelecimento de metas fiscais e a adoção de políticas econômicas estruturantes capazes de garantir investimentos e crescimento. “Isso só se dará de forma justa, com amplo direito à defesa, sem que haja qualquer influência político-partidária”, pontuou. “Nesse momento delicado, alertamos às autoridades sobre a necessidade de os próximos passos terem equilíbrio e atenção, pensando sempre no Brasil e no povo brasileiro em primeiro lugar”, declarou. Ricardo Alban, presidente da CNI — Foto: Divulgação/CNI
Alban diz que fatos divulgados colocam instituições em risco e exigem reação ‘vigorosa’
"Para lidar com o ineditismo da situação, as discussões devem ser livres, públicas e transparentes, dando ampla oportunidade para os esclarecimentos devidos”, escreveu o presidente da CNI












