Os nomes escolhidos por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para formular o plano para a área da saúde na disputa à Presidência apresentaram ideias semelhantes para o SUS (Sistema Único de Saúde) em evento nesta terça-feira (8).
Em linhas gerais, o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), e o médico Cláudio Lottenberg, que Flávio anunciou que nomeará ao comando da Saúde se for eleito, defenderam fortalecer a produção nacional de medicamentos e outros insumos, ampliar o uso de tecnologias e integrar dados da rede pública, além de reforçar pagamentos por serviços com base no desfecho clínico do paciente, em vez de por cada procedimento realizado.
As principais diferenças no discurso de cada conselheiro dos presidenciáveis apareceram ao tratar o grupo adversário.
Lottenberg não fez críticas à gestão petista e reconheceu que parte dos seus planos tem relação com políticas atuais do ministério, como a reformulação do modelo de pagamento pelos serviços da rede pública. Disse ainda que a integração de dados é "sequência daquilo que já está em curso".
O indicado de Flávio ao ministério disse que o SUS é uma "estrutura vitoriosa" que precisa ser melhorada ou aperfeiçoada, sem exigir uma "reforma".







