A propina teria sido articulada junto a Gilberto Kassab, presidente do PSD e candidato a vice-presidente do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). Kassab foi secretário de Governo de Tarcísio.
Vorcaro afirmou que também doou R$ 2 milhões para a campanha presidencial de Bolsonaro pelo mesmo motivo. As doações foram feitas em nome de Fabiano Zettel, cunhado dele.
Tarcísio disse que "nunca teve qualquer contato ou relação com Daniel Vorcaro e não tem conhecimento do fato mencionado pela reportagem".
Em nota, o Governo de São Paulo afirmou "repudiar e negar, de forma categórica, qualquer insinuação de irregularidade ou favorecimento" envolvendo o caso. Segundo o governo paulista, a PKL Credcesta foi credenciada na gestão anterior a partir de critérios objetivos, sem margem de escolha, e cumprindo os requisitos previstos.
Kassab disse que a versão de Vorcaro é "um relato absolutamente fantasioso", que refuta "com veemência". A defesa de Bolsonaro foi procurada pela reportagem na quinta-feira (3), mas não respondeu.










