De Genebra (Suíça)
O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos acusou Israel, nesta sexta-feira (4), de ter deslocado à força mais de 33 mil palestinos de três campos na Cisjordânia em 2025 e o considera um possível crime contra a humanidade e limpeza étnica.
Israel negou. Seus representantes em Genebra acusaram, no X, o Alto Comissariado de “deixar de lado a imparcialidade, a independência e a neutralidade para se tornar o epicentro de um abominável ativismo”.
Em um novo relatório, o Alto Comissariado conclui que as forças de segurança israelenses deslocaram à força toda a população palestina de três campos de refugiados na Cisjordânia ocupada entre janeiro e fevereiro de 2025 e continuam impedindo que retornem.
Cita os campos de Jenin, Tulkarem e Nur Shams.












