Festival Acessa BH, em sua sexta edição, ajuda a quebrar barreiras que vem sendo testadas nos palcos brasileiros 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Benedita Casé Zerbini descobriu tardiamente sua vocação para a atuação por causa de uma deficiência auditiva. Ela está no monólogo “Surda”, de Julia Spadaccini — Foto: Rodrigo Menezes/Divulgação Em 2016, a produtora mineira Laís Vitral, de 44 anos, deixou um emprego formal e, no desejo de reinvenção, transitou por diversos festivais de arte. No Recife, ela assistiu a uma montagem da peça “O beijo no asfalto”, de Nelson Rodrigues (1912-1980), com recursos de acessibilidade e audiodescrição como nunca tinha visto em Minas Gerais. Focada, começou uma série de pesquisas e enxergou a possibilidade de oferecer opções culturais produzidas por artistas e equipes técnicas que convivem com deficiência.
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José de Souza Martins: O testamento inacabado de Getúlio Vargas
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